Nasci em 25 de janeiro, na Cidade de Urupês, Estado de São Paulo. Mas resido na cidade de São Paulo - Capital.

 

Sou uma pessoa simples, não gosto de violências, brigas, mau caráter, deslealdade, etc.

 

Desde  criança mais ou menos aos 12 anos iniciou na arte de escrever. Embora eu o faça por hobby.

 

Meus amigos dizem que sou poeta. Sinceramente não me considero como tal. Confesso que a poesia me fascina e não consigo viver sem escrever.

 

Procuro transmitir nos meus rabiscos o amor de formas variadas. Acredito que ainda ele exista e sem amor a vida não tem significado.

 

Adoro ler, viajar, lugares badalados, curtir os amigos, bons filmes, música todos os ritmos desde que sejam de boa qualidade.

 

Acho que deu para ter uma noção como sou!

 

Ivete Tayar

 

 

Poesias de Ivete Tayar

 

- Migalhas de Amor
- Devaneio

- Sem Poder Seguir...

- Noite de Amor

- Sinto

 

Migalhas de Amor
Ivete Tayar
(uma declaração de amor)

 

Me diz

que amor é este que vive dentro de mim,
que faço força para arrancar,
mas que sempre está presente.

 

Me fala...
Me explica..
Me ajuda...

Diz se tu és a minha outra parte, minha alma gêmea,
ou se sou eu quem te quero demais e, às vezes,
em momentos que tu estás totalmente desarmado

me vejo dentro do teu olhar...

 

Diz se somos feitos um para o outro,
ou se sou eu que me sinto dentro do teu peito
com a esperança do teu amor.

Diz se é sonho ou ilusão,
quando sinto teu carinho
de forma diferenciada e agradável para mim.

Me fala
o porquê de conhecer o teu corpo e
o saber de cada curva tua, sem nunca ter te tocado.

 

Me explica
este aroma de jasmim e rosas que me envolve,
esta paz, esta alegria que sinto ao teu lado.

 

Me ajuda
a compreender e a aceitar,
pois entendo como este amor tão grande
pode me doer tanto.

 

Diz, me fala, me explica, me ajuda...

 

Então se a tua resposta é o silêncio.
Apenas me abraça, me envolve neste carinho,
nesta única migalha de amor


 

 

Devaneio

 Ivete Tayar

 

Eu queria talvez

Que você fosse flor.

E eu fosse um colibri.

 

Eu queria talvez

Ser o seu cobertor,

Seu lençol de cetim.

 

Pra que quando chegasse

O seu cio, beijasse-o

Como um beija flor.

 

Pra que quando chegasse

O seu frio,

Eu fosse

O seu cobertor...

 

Eu queria ser a poesia

E você, o papel...

E deitar

Nas suas linhas as rimas.

 

O que eu quero

É perfeito demais

Não existe

Um amor tão sublime

Por entre os mortais...

 

Mas não se prenda,

Amor pode ir,

E não se renda

Ao meu jeito de amar.

 

Amo-o tanto

Que até tenho medo

De o escravizar.

 

O mesmo barco

Que o vento levou,

Se um dia a praia

Quiser retornar.

 

De um amor fiel

Na verdade,

O que quero é

impossível.

 

Terá em meu corpo

E em minha alma um

porto,

Para se abrigar...

 

 

Ivete Tayar

(autora)

 

 

 

Sem Poder Seguir...

 Ivete Tayar

 

 

A sós como duas gaivotas.

Na solidão do céu,

em pleno mar,

sonhando no ar...

 

Lado a lado, sem alarde,

como dois pássaros num alto ramo,

ao cair da tarde...

 

Sem poder seguir...

A sós como duas mãos,

quando se procuram

e se encontram sem voz...

 

Eu e tu!

Quando somos nós.

A sós...

 

Sem poder seguir...

A vida seria,

um descompasso sem amor!

 

Ivete Tayar

(autora)

 

 

 

Noite de Amor
Ivete Tayar

Sedenta espera por ti
Toma-me de surpresa
Vem pra perto sem aviso

Faça-me sentir que sou tua
Toque componha inspirado
Com um piano afinado

Entrega-te de vez aos carinhos
Sem temer me desvenda
Como se eu fosse a primeira

Em volúpia me faz delirar
Despindo, me joga na cama
Remexe os meus cabelos

Toma-me de forma fremente
Aguça em mim os sentidos
Devora-me, me deseja

Torna uma noite de amor
Em madrugada eterna
Vem, aflora a sensualidade

Que em furor irá fluir
O que prevalece é o desejo
Não importa onde seja

Faz amor comigo!...

Ivete Tayar
(autora)
 


Sinto
 Ivete Tayar
 
Em  pleno ar...
Como se o tempo tivesse parado
O doce sonho de amar...
A magia...
O encanto...
A cada dia, minuto e segundo...
Sinto os nossos sonhos tornando-se realidade...
Ah!
Sinto teu beijo... Teu sabor...
Teu corpo... Teu perfume
Sinto entre todas as linhas que escreves... 
A cada palavra, a cada gesto,
como se o tempo tivesse parado...
Sinto-o  juntinho de mim...
E já sinto saudades de ti, meu amor!

 
Ivete Tayar

 

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Publicado: 06.04.2006  Última atualização:  02.06.2006

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