Meu nome é Maria Luiza Pereira da Mota
Há 41 anos, na bela cidade do Recife em Pernambuco,
uma valente mulher deu a luz a duas pequeninas meninas.
Uma delas,  tinha os pezinhos no chão
e a cabecinha nas nuvens, e continua assim.
Sou casada com o homem mais paciente do mundo,
e mãe de um esperto garoto de 8 anos.
Gosto de tudo que é bom:
boa música, bom livro, boa comida, bom filme...
Não gosto de ofensas, inveja, mesquinharia,
mentira e promessas.
Adoro amar e me sentir amada
Adoro viver.

Poesias de Iza Mota:

- Amor, eterno amor!
 - Calada
 - Você se foi
  - O poeta morre e renasce
  - Cansei... Vou a luta!

 

 

 Amor, eterno amor!
Iza Mota
 
Te amarei
Mesmo que de tão grande tenha sido maior que você
Mesmo que não tenha sido amor e sim uma paixão
Mesmo que o amor que sentias tenha se diluído
 
Te guardarei
Em meus sonhos, mesmo que os olhos não fechem
Em mim, mesmo que não sejas mais meu segredo
Em lembranças, mesmo que seja sempre atual
 
Te revelarei
Meus medos, mesmo que os conheça melhor que eu
Meus segredos, mesmo que eles falem só de você
Meus desejos, mesmo que não possas saciá-los
 
Te desejarei
Paz, mesmo que nossas lembranças seja um tormento
Sol, mesmo que nossas sombras não se encontrem
 Sorte, mesmo que no jogo sejas meu adversário
 
Te procurarei
Em cada estrela, mesmo que meu céu esteja nublado
Em cada curva, mesmo que minha estrada seja reta
Em cada olhar, mesmo que não queiras me ver.
 

 
Calada
Iza Mota
 
O silêncio insistiu
em se fazer presente
Quis gritar, te chamar...
Te busquei em todos lugares,
todos olhares, todos disfarces.
Escondendo minha dor,
sorri,
quando meu peito dilacerado,
chorava
Sem poder gritar, chorar
Chorei e gritei, calada.
Te encontrei
em minhas lembranças,
em minha saudade.
 

 
Você se foi
           Iza Mota
 
Você se foi sem avisar
Apenas se foi
Levou consigo
Meus sonhos
Minha alegria
Meu sorriso
 
Você se foi sem avisar
Tão rápido que esqueceu
de me entregar
O brilho do meu olhar
O querer encontrar
A vontade de brincar
 
Você se foi
E levou tudo
Minhas certezas
Minhas verdades
Minha alma
 
Você se foi
E consigo levou
A alegria do te encontrar
A verdade do teu olhar
A certeza do teu amar
 
Você se foi
Antes do vento soprar
Da luz apagar
Do amor acabar
Você se foi
E me deixou aqui
a te amar
 

 
O Poeta Morre e Renasce
Iza Mota
 
O poeta morre...
ao término da poesia
quando acaba  a triste
ou alegre melodia
 
Renascendo...
ao vestir outra fantasia
incorporando a dor e magia
para viver o que diz a poesia
 
O poeta morre...
Quando secam as lágrima
quando o amor acaba,
quando a verdade se cala
 
Renascendo...
Com imaginação a tal inspiração
que faz acelerar o coração
colorindo uma nova paixão
 
O poeta morre...
Quando não  mas enfeita a poesia
Quando não vive o que descrevia
Quando  sai do mundo da fantasia
 
Renascendo...
Das lembranças do que existia
Nas palavras que escrevia
Para se eternizar na POESIA
 

 
Cansei... Vou a luta
Iza Mota
 
Cansei de ser sempre "amiga"
Cansei de ser confiável
Cansei de sempre entender
Cansei de esquecer de mim
Cansei de dizer sim
Cansei de deixar pra amanhã
Cansei de dizer tudo bem
 
Vou lutar pelo que quero e acredito
Vou dizer quero sem medo de ser pidona
Vou dizer não com a firmeza de um ditador
Vou fazer escolhas...
Vou escolher a mim
 
Cansei
Cansei de esperar
Cansei de sempre dá...
Cansei de esquecer sem querer
Cansei de fingir que esta tudo bem
Cansei de segurar as lágrimas
Cansei de calar
Cansei de ser  " se "
 
Vou viver toda alegria que tem
explodindo em mim
Vou sorrir sem medo de ser exagerada
Vou correr, dançar, brincar
sem medo de ser infantil
Vou te abraçar, beijar, segurar sua mão
sem medo de ser vulgar
Vou começar por me amar

 

 

 

 

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Publicado: 06.04.2006  Última atualização:  10.06.2006

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